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19 de fevereiro de 2018

Buzz Hummer Music and History


The singer, composer and musician Buzz Hummer (63) was born in Toronto, Canada. His interest by music started when he was teen. “It was on February 9, 1964, when The Beatles first appeared on Ed Sullivan, 2 months before my 10th birthday,” he comments.

Buzz usually practices music one or two hours a day, five to six day per week. “It depends on my schedule, but I try and keep it in my daily routine,” he adds. His parents always were supportive in his music journey. “They paid for lessons, drove me to lessons, bought me my first guitar, and gave me lots of encouragement,” he points out.

Asked about the difficult in the beginning of his musical career the artist tell us it was the same one he faces today, getting noticed. When he began studying classical guitar at the Royal Conservatory of Music in Toronto, he studied with Carl Van Feggelen and Eli Kassner.  “Much later, I took blues lessons from John Tilden, a successful Toronto studio musician,” he says.

Initially the lessons were paid by his parents, and then he paid by his own way. His first guitar was a gift from his parents; the next two were money from summer jobs as a student. “Like half the kids in the world, I was inspired by The Beatles and wanted to be in a band,” he remembers.

The artists that inspired him were: The Beatles, Eric Clapton, Bob Dylan, Tom Petty, John Lee Hooker, Bonnie Raitt, Andres Segovia, Muddy Waters among others. His first public performance was a high school dance, when he was in high school. Buzz says the money he got from it was enough to pay the gas in the car. About the feeling of that experience he emphasizes: “I just love music.  When I play and realize that's me making that nice, it's a great feeling.  If someone in the audience likes what you're doing, that's a wonderful bonus when you see that you have made someone happy”.

Buzz started writing music as a teenager.  “Of course, I had no idea what I was doing, and had no life experience to draw on, so I had nothing to say, and those songs have long since been forgotten,” he comments. Buzz says he often hears successful songwriters say that their songs just write themselves, and he believes that.  “Of course, you have to nudge them along, and have to be equipped with the tools and knowledge to do that,” he adds.

In his writing process he tells us he rarely says: ‘I'm going to write a song.’ Usually he picks up a guitar or sits at the piano and starts noodling.  “If I stumble over something that sounds interesting I will play with it and see where it goes or where I can push it; somewhere in that process a bit of a lyric will suggest itself – a line, a word, a phrase – and I ask myself what that's about.  If I can relate it to a current event or life experience I'll play with it until the lyrics are flushed out.  Sometimes it happens quickly, sometimes the song refuses to reveal itself and so it takes more work; but it's always fun,” he reveals.

His favorite songs written by himself are: Stone In My Shoe; This Dream; Starshine; Omar Khayyam; Down To You; and Cash In The Bank. His latest album Let's Face It is available on iTunes with the songs: Stone In My Shoe; Cash In The Bank; Costs A Lot To Live; Down To You; When The Revolution Comes; Profit For The Man; Who's Gonna Care?; Watch Out; Drifting; The Next Best Thing; On The Take; Ain't Going Down Easy; Leave Me; Have Mercy; Let Oil Have Its Way; The Riders; Change This; What's Real; A Major Loop; and Why Else Are We Here?.


Buzz is an artist solo and has no label, the artist emphasizes he is in the music by love it. “As a youth I studied music and initially played in bands in high school and played a few dances; towards the end of high school, I switched to folk and acoustic music and played with a friend in coffee houses around Toronto, sometimes for free but never making much,” he adds. When it was time to go to university they went their separate ways, and Buzz switched again, studying classic music at the University of Toronto and classical guitar at the Royal Conservatory of music; and then he took up a career in computer consulting.

Since he has retired he has pursued his passion for music in various ways.  He was in a classic rock bar band, playing guitar and keyboard, for six years.  “I write and record original songs, then put them up on the internet and hope someone notices,” he says.

About the difficulties in the music industry Buzz argues that there are so many talented musicians and not enough ways for them to get noticed.  “There seem to be fewer and fewer live music venues each year, and with it being so easy for young people to generate ‘beats’ on their computers, the barrier to entry is very low; it has always taken a lot of talent, a lot of luck and incredible perseverance to succeed in music, and I accepted a long time ago that I was in music because I loved it,” he points out.


Asked about what he expects to happen in the future of the musical world Buzz tells us: “when I was young, many of us believed music would change the world; I don't hear that ambition or relevance in most of the music that is being made now, and that's sad”. To find out more about the Buzz Hummer's work visit: Buzz Hummer Blog; ReverbNation; Facebook; MySpace; SoundCloud; Twitter; and YouTube.

by Zel Florizel

28 de abril de 2017

Victor Gashnikov Music and History

Situada ao norte da Eurásia, a Rússia é o país de maior área no planeta e está entre os mais populosos. O país está entre os 10 países mais visitados por turistas estrangeiros. A diversidade cultural no país se dá pela sua diversidade étnica. Um dos principais expoentes da arte Russa é o compositor de musicas clássicas  Piotr Ilitch Tchaikovsky ou simplesmente Tchaikovsky, como o conhecemos; apreciado no mundo inteiro por suas brilhantes e enérgicas peças musicais.

É da terra de Tchaikovsky que vem nosso entrevistado, o pianista e compositor Victor Gashnikov (31). Victor é nascido na cidade de Makhachkala na região sul do país e atualmente vive em Moscou. O artista nos conta que sempre se interessou por musica e desde 1998 passou a pesquisar mais detidamente sobre o assunto procurando ouvir novos artistas e bandas.            

Seus pais sempre o ajudaram, em especial sua mãe a quem o artista é muito agradecido, eles também compraram seu primeiro instrumento. “Eu sempre escrevi musicas para minha mãe para agradecê-la por seu infinito apoio”, ressalta. Uma dessas composições é a musica The Only One. O principal instrumento do artista é o piano e recentemente começou a aprender bateria para melhorar sua performance no piano.

Victor começou a estudar piano entre os 17 e 18 anos, as aulas eram em sua casa com uma professora particular, a senhora Nadezhda. “Sou muito agradecido pela paciência que ela teve, porque eu não era um perfeito aluno de vez em quando”, comenta.


O artista se valia da grande coleção de CDs de seu pai para conhecer novos trabalhos. “Eu pegava um CD sem saber absolutamente nada sobre o artista ou a banda e o escutava, entre eles conheci Michael Jackson, Sade, The Police, Led Zeppelin a Deep Purple”, descreve. De acordo com o artista, a lista de artistas que o inspira é infinita, “há muitos artistas solos e bandas maravilhosas”, enfatiza.

Segundo Victor, sua inspiração para compor vem todas as partes e de todas as coisas como exemplo: livros, filmes e musicas. Seu processo de composição é variável. “Às vezes as melodias vêm quando estou praticando, em outras ocasiões me surge uma ideia antes de começar a escrever algo”, revela.

Perguntado sobre suas criações favoritas, o artista argumenta que é uma difícil questão para ele. “Cada uma de minhas composições significa algo para mim, há sempre uma história por de traz, eu seria incapaz de eleger uma”, pondera. Depois de tocar em várias bandas, em 2010 o artista inicia carreira solo.

Em 2012 Victor lançou o EP ‘Piano Thing’ que agora está também disponível em CD contendo as musicas: Sad Happiness, Chasing The Shadows, Where Does It All Go?, Persona e Thought Of You. Sua carreira é totalmente independente, todas as composições são de sua autoria e gravadas em seu estúdio na cidade de Moscou.


Suas influências vão de Red Hot Chili Peppers à The White Stripes, Muse e Keith Mina Caputo. Seu estilo pode ser descrito por: um genuíno roqueiro tocando piano, as harmonias clássicas e melodias suavemente tocadas pelo rock dão um sabor especial às suas composições. Sua mais recente criação é a peça ‘No False Hope’ (2017). “Às vezes ideias para composições vêm por si só, tudo que você tem a fazer é anotá-lo antes que você não se esqueça. É a peça mais longa que eu escrevi até hoje”, revela. O título da musica lhe surgiu enquanto caminhava com um amigo e esse lhe perguntou se estava seguro em relação a carreira musical então ele respondeu quase que imediatamente: "Nenhuma esperança falsa". 


Victor acrescenta que, dizer que musica é uma grande parte de sua vida seria muito simplista. “A musica é o caminho para expressar emoções e sentimentos que as palavras não podem descrever; é uma linguagem universal, você não precisa saber Inglês, Português ou Russo para entendê-la” ressalta. Para conhecer mais sobre a obra de Victor Gashnikov acesse: Victor Gashnikov Official Website, Twitter, Fan Page, Google+, YouTube, Vimeo, iTunes, Spotify e Instagram.

14 de outubro de 2016

Vince Tomanelli Music and History

Montreal é um dos principais centros econômicos e culturais do Canadá. Com várias faculdades e quatro universidades é também centro de alta tecnologia no que tange às áreas da medicina e industrial aeroespacial. A musica não fica atrás, o Festival de Jazz de Montreal é um dos maiores do mundo e atrai público de todas as partes.
É de lá que vem o guitarrista Vince Tomanelli (51). Aos seis anos Vince já era encantado pela musica, nessa época costuma cantar os hits de Elvis Presley pela casa enquanto sua mãe cuidava dos afazeres do lar.   
Vince's First Guitar (1977)
Chegada a adolescência o artista começou a aprender por conta própria seu instrumento. ”Tinha doze anos, pedi para meu pai comprar-me um violão e comecei a praticar sozinho, comecei a tocar um dia após a partida de Elvis, o ocorrido foi muito triste para mim e o violão foi o que aliviou a perda, jamais tive aulas”, comenta.  
Nessa fase Vince costumava praticar com seu instrumento cinco horas por dia e aos finais de semana mais tempo ainda. “Eu ficava caminhado em volta da casa com meu violão o tempo todo, à noite sentava na cama e ficava tirando as musicas do Elvis de ouvido”, acrescenta. Em casa o músico teve apoio total da família, os pais sempre o encorajaram a tocar.
17 years old (1982)
Quando tentou aperfeiçoar sua técnica procurou uma escola de música. O professor pediu para que o garoto tocasse alguns acordes e tudo que sabia. Vendo o desempenho de Vince com o instrumento, pediu-lhe que aguardasse alguns minutos. Foi até a sala do proprietário da escola e explicou-lhe que não podia ensinar nada que o rapaz já não soubesse.
Alguns minutos depois o proprietário voltou e explicou o ocorrido. Somado a isso, convidou Vince para dar aulas na escola. O artista acreditou que tudo aquilo não passava de uma grande piada. Porém, não era brincadeira. Então passou a ensinar guitarra naquela escola, onde permaneceria por três anos entre 1982 e 1984.

Vince's Back in (1982)
Nessa ocasião, começou com dois alunos. Após alguns meses já tinha uma lista de espera. Nessa mesma época passou a estudar leitura musical por conta própria. Além disso, a pedido dos alunos, teve que ensinar-lhes o que estava rolando nas rádios nos anos 80 como: Cyndi Lauper, Boy George, Phill Collins, Michael Jackson, Whitney Houston, Van Hallen, Scorpions, Queen, Led Zeppellin, Duran Duran, David Bowie, Prince, Ozzy, e a lista só ia aumentando. “Meus alunos estavam me pedindo para eu ensinar de tudo, então isso fez com que eu me tornasse um melhor guitarrista”, revela.
Os artistas que o inspiraram foram Elvis Presley, Deep Purple e Led Zeppelin. A primeira apresentação do artista foi no auditório de sua escola no ano de 1982. “Tocamos de graça, porém, a sensação foi fantástica”, ressalta.
Vince (2016)
Vince comenta que já tocou com tantos músicos que seria difícil recordar o nome de todos eles. O artista costuma gravar apenas as musicas que ele gosta. “Se eu não gosto de uma musica eu jamais irei gravá-la, revela. Purple Rain é na opinião dele a melhor de suas gravações.

Perguntado sobre o que a musica significa em sua vida o artista abre seu coração e nos diz: “Musica é minha vida, minha paixão, meu sonho, eu estou na musica não por dinheiro, mas porque eu amo fazer isso”. Para saber mais sobre o trabalho de Vince Tomanelli, acesse seus canais na web em: Vince Tomanelli Official WebsiteYouTubeReverbNationSoundCloudInstagramFan Page e Twitter.

25 de setembro de 2016

Geary Nelson - Music and History

Com o advento da internet a musica independente ganhou espaço jamais visto anteriormente. Em todos os cantos do mundo surgem artistas que antes não tinham como divulgar seu trabalho em escala mundial. Grandes talentos que ficavam esperando a oportunidade de serem reconhecidos por um grande selo. Hoje as portas do mundo estão abertas para esses talentos.
Nesse cenário musical encontramos o cantor e compositor Geary Nelson. Nascido na cidade de Jonesboro no estado do Arkansas – EU, o artista nos conta que teve uma infância simples. Comparada com outras, famílias a sua não era tão provida de recursos financeiros. Contudo seus pais sempre coloram comida na mesa e nada faltava. “Nós tivemos bons pais, nossas roupas eram simples, mas havia amor em nosso lar”, ressalta.
Como todos os garotos americanos, Geary e seus irmãos brincavam na vizinhança, “não havia nada disso de celulares de ultima geração, nós praticávamos esportes e nos divertíamos sempre que tínhamos oportunidade”, acrescenta. Seu pai era empreiteiro de obras, e na maioria das férias de verão Geary e seus irmãos trabalhavam com ele para ganhar um dinheiro extra.

Influenciado pelo pai, que era cantor de musica country e ensaiava com a banda em sua casa, aos nove anos Geary se encantou com a musica. Ficava ali vendo os ensaios com atenção no guitarrista. “Eu desejava tocar como ele”, enfatiza. Imediatamente quis aprender a tocar guitarra.    
Foi na adolescência que o artista passou a se dedicar mais para a musica. “Eu estava apaixonado por musica, e então eu treinava com meu guitarra o máximo que eu podia”, revela. Nessa época continuava trabalhando com o pai e praticando esportes com os amigos. Porém, agora a musica era prioridade em sua vida. Geary passou a cantar apenas aos dezenove anos. “Nunca tinha cantado antes, apenas tocava”, comenta.
O artista nos conta que quando começou a tocar guitarra praticava todos os dias, depois da escola, por muitas horas, e após o jantar até a hora de dormir. Seus pais sempre o apoiaram em sua jornada musica, foi deles que ganhou seu primeiro instrumento. “Nós éramos pobres naquela época, era complicado gastar dinheiro com coisas que você não precisa para viver, foi difícil para eles”, acrescenta.   Embora eles preferissem que Geary tocasse musicas country, sempre permitiram que ele tocasse rock.
O artista nos revela no começo queria sair tocando logo, não suportava a ideia de que não podia tocar algo ainda. “Eu não tinha paciência, não entendia como aquilo funcionava e queria tocar imediatamente”, desabafa. Porém, continuava treinando todos os dias.
Seu principal instrumento é a guitarra solo, mas também toca guitarra base, bateria e um pouco de teclado. Suas primeiras notas no instrumento foram ensinadas por seu pai. Então o guitarrista solo da banda, Richard Johnson, o ensinou como tocar o instrumento através de partituras. “Ele foi uma grande influencia para eu melhorar meu desempenho musical”, ressalta.
Os artistas que o inspiram são Elvis Presley e Beatles. “Eu gostava do som de Elvis, queria aprender tocar todas as musicas. Então apareceu os Beatles, eles fizeram tudo mudar no cenário musical, eu adorava suas canções”, enfatiza.   
A primeira apresentação foi na casa noturna Twinkling Star em Illinois em meados de 1961 tocando guitarra base para a banda country de seu pai. Na época ganhou dez dólares pelo trabalho. Geary nos revela que foi uma sensação impar. “A primeira vez no palco, e eu sabia que a música iria ser um fator em minha vida”, destaca.    
Além de tocar instrumentos e cantar, o artista também escreve suas musicas. Seu processo de composição começou quando tinha quatorze anos como uma balada lenta e logo após surgiu a musica “Walk Walk”. Nessa época suas canções tinham como influência a musica dos Beatles, conforme foi crescendo passou a escrever sobre suas experiências e coisas que acontecem ao seu redor.
Em suas composições Geary começa com a construção da harmonia e da melodia com alguma ideia sobre o tema ou palavras que vai usar. Entre suas criações favoritas estão: American Heartbeat(2016),Continues to Burn(2015), You’rea Big Boy Now’ (2015), Maid of Love(2015) e ‘Walk Walk’ (1975).

O artista lançou seu primeiro CD em junho de 2016 intitulado Continues to Burno álbum traz as canções: Continues to Burn, At Your Door, Maid of Love, Lovin’ Kind, Tonight She’ll Hold Me e You’re a Big Boy Now.
Na musica Maid of Love Geary conta com a participação de Norman Jones no solo de guitarra e Bob Fontana no Sax.
Em suas apresentações o artista conta com Peggy Nelson nos teclados, Phil Kilmer na bateria e Mark McCague no baixo. Desde 2013 se dedica em tempo integral a musica que passou a ser sua principal fonte de renda.

Perguntado sobre as principais dificuldades na carreira musical Geary comenta: “Hoje em dia todo mundo toca e você tem que se promover o melhor que puder. No passado você tinha empresas de promoção que tomavam o controle de tudo, então, se tinha o apoio deles, você se dava bem. Agora você tem que ter um monte de dinheiro para promover-se a si mesmo, e Deus sabe que nós não temos dinheiro”, desabafa.
Para Geary, musica está em seu sangue, percorre sua mente por todo o tempo. “Estou sempre ouvindo melodias e estruturas musicais”, revela. “A musica é conforto, me faz relaxar e é muito divertido tocar em frente ao público”, acrescenta. Além de seu trabalho profissional, o artista se apresenta voluntariamente em alguns encontros de Igrejas.

Perguntado ao artista como ele vê a complexidade do mundo, ele observa que: há muitos tomadores, pessoas que não se matem suficientemente por conta própria e existe demasiada agressividade tolerada.

O que chateia Geary são pessoas que não ganham seu caminho pela vida e espera que outros o façam por eles. E, o que o faz feliz é a musica, sempre. Seu desejo para o mundo, é que as pessoas possam conviver juntas, livres de todo tipo de agressão, independentemente de sua cultura. Para saber mais sobre o trabalho de Geary Nelson acesse seus canais na web em:  iTunesReverbNationFan PageTwitterYouTube e Instagram.
por Zel Florizel   

4 de setembro de 2016

Elisa Duwez Music and History

A França é um dos mais belos países da Europa, reduto de muitos artistas nos diversos campos da arte e principalmente da pintura, terra de Pablo Picasso, Vicent Van Gogh, entre outros. A pronúncia de seu idioma é encantador, e por isso, as canções francesas também são tão apreciadas em todo o mundo.
Nesse reduto riquíssimo das artes, oriunda de pequena vila na cidade de Lille, situada ao norte do país, encontramos a talentosa cantora Elisa Duwez. Criada no campo, Elisa sempre teve contato com a natureza e animais e até hoje os adora. Ainda na infância aprendeu suas primeiras canções através do rádio o que a inspirou a escrever poemas e histórias.
Na adolescência gostava de ir ao cinema, concertos, participar de festas com amigos e mais uma porção de coisas que os jovens gostam de fazer nessa fase da vida. Entretanto sua paixão pela musica sempre a acompanhou.    
A cantora nos revela que queria seguir carreira artística desde criança, isto permaneceu em sua cabeça. Já fazia seus primeiros ensaios na escrita de poemas, então decidiu estudar musica. Contudo era uma cidade pequena de difícil acesso às gravadoras. “Era como um sonho, um monte de gente e minha família achavam que eu estava apenas sonhado, mas eu sempre disse: ‘eu serei cantora’”.
Seu principal instrumento é claro, sua belíssima voz. Aos 17 anos começou a fazer alguns trabalhos eventuais para obter recursos e pagar aulas de canto, de musica e escrita musical. Teve que bancar tudo desde cedo e não se arrepende disso.
Entre seus gostos musicais estão o blues, jazz e rock. Os artistas que a inspira são: Jim Morrison (pela poesia); Nina Simone (pela interpretação); Bom Jovi; George Michael (pela sensibilidade); Bono (U2); Edith Piaf (pela interpretação e voz); e Elton John que na opinião da cantora é um artista completo.
Uma de suas primeiras apresentações foi em Los Angeles em um piano bar cantando jazz. As pessoas presentes adoraram o vocal e interpretação porque era diferente do estilo americano. “Gostaram muito do show principalmente quando cantei ‘La Vie em Rose’”.
Para Elisa a experiência foi uma mistura de algo emocionante e assustador. A cantora ressalta que estava cantando em inglês e não se sentia bem segura quanto a pronuncia. Todavia, as pessoas em Los Angeles foram bastante amáveis e aplaudiram-na muito. “Senti-me mais à vontade cantando para estrangeiros que na França”.
De acordo com a cantora, sua inspiração para escrever vem do dia-a-dia, das coisas que acontecem ao redor, com ela, com amigos e gosta muito de escrever sobre amor. “O amor é sempre uma boa fonte de inspiração”, acrescenta.
Além de apresentações, Elisa tem diversas colaborações musicais com DJ’s da Itália, Espanha, México, França e Inglaterra. Também algumas composições em parceria. Frequentemente se apresenta com a banda ‘The Jazz Band Standards’ e faz algumas apresentações ao vivo com bandas de blues.
Sobre suas musicas Elisa diz que as têm como bebês, “Eu amo todas minhas músicas”. A cantora tem participado de várias colaborações musicais com outros artistas, compositores e DJ’s, a maioria deles na Itália. Entre eles estão: Riccardo Sada, Beethoven tbs , Peter Kharma, Mario Piu, E Duque, Maiax e Fidel Deejay.
Elisa tem trabalhos com a Sony Music, Warner Chapell e colaborações com a Media Records Italy. Além disso, tem trabalhos com outros selos da Espanha, França e México. Seu mais recente trabalho é a canção This Is Not a Love Song, uma colaboração com DJs italianos pela gravadora Royal Supreme. Atualmente trabalha nas canções para seu álbum que será lançado em 2017.

Quando perguntado a cantora a razão de trabalhar com musica ela respondeu: “Isto não é um trabalho, é uma paixão”. “A musica significa muito para mim, ela me ajuda a superar qualquer tristeza”, enfatiza. Elisa deixa um importante recado para os artistas do meio musical: “Gostaria apenas de dizer para as pessoas que fazem musica, que façam isso por paixão e amor a musica”. Para saber mais sobre o trabalho de Elisa visite seus canais na web em: Elisa Duwez Official Website, ReverbNation, Beatport, Fan Page, YouTube e Twitter.



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