25 de setembro de 2016

Geary Nelson - Music and History

Com o advento da internet a musica independente ganhou espaço jamais visto anteriormente. Em todos os cantos do mundo surgem artistas que antes não tinham como divulgar seu trabalho em escala mundial. Grandes talentos que ficavam esperando a oportunidade de serem reconhecidos por um grande selo. Hoje as portas do mundo estão abertas para esses talentos.
Nesse cenário musical encontramos o cantor e compositor Geary Nelson. Nascido na cidade de Jonesboro no estado do Arkansas – EU, o artista nos conta que teve uma infância simples. Comparada com outras, famílias a sua não era tão provida de recursos financeiros. Contudo seus pais sempre coloram comida na mesa e nada faltava. “Nós tivemos bons pais, nossas roupas eram simples, mas havia amor em nosso lar”, ressalta.
Como todos os garotos americanos, Geary e seus irmãos brincavam na vizinhança, “não havia nada disso de celulares de ultima geração, nós praticávamos esportes e nos divertíamos sempre que tínhamos oportunidade”, acrescenta. Seu pai era empreiteiro de obras, e na maioria das férias de verão Geary e seus irmãos trabalhavam com ele para ganhar um dinheiro extra.

Influenciado pelo pai, que era cantor de musica country e ensaiava com a banda em sua casa, aos nove anos Geary se encantou com a musica. Ficava ali vendo os ensaios com atenção no guitarrista. “Eu desejava tocar como ele”, enfatiza. Imediatamente quis aprender a tocar guitarra.    
Foi na adolescência que o artista passou a se dedicar mais para a musica. “Eu estava apaixonado por musica, e então eu treinava com meu guitarra o máximo que eu podia”, revela. Nessa época continuava trabalhando com o pai e praticando esportes com os amigos. Porém, agora a musica era prioridade em sua vida. Geary passou a cantar apenas aos dezenove anos. “Nunca tinha cantado antes, apenas tocava”, comenta.
O artista nos conta que quando começou a tocar guitarra praticava todos os dias, depois da escola, por muitas horas, e após o jantar até a hora de dormir. Seus pais sempre o apoiaram em sua jornada musica, foi deles que ganhou seu primeiro instrumento. “Nós éramos pobres naquela época, era complicado gastar dinheiro com coisas que você não precisa para viver, foi difícil para eles”, acrescenta.   Embora eles preferissem que Geary tocasse musicas country, sempre permitiram que ele tocasse rock.
O artista nos revela no começo queria sair tocando logo, não suportava a ideia de que não podia tocar algo ainda. “Eu não tinha paciência, não entendia como aquilo funcionava e queria tocar imediatamente”, desabafa. Porém, continuava treinando todos os dias.
Seu principal instrumento é a guitarra solo, mas também toca guitarra base, bateria e um pouco de teclado. Suas primeiras notas no instrumento foram ensinadas por seu pai. Então o guitarrista solo da banda, Richard Johnson, o ensinou como tocar o instrumento através de partituras. “Ele foi uma grande influencia para eu melhorar meu desempenho musical”, ressalta.
Os artistas que o inspiram são Elvis Presley e Beatles. “Eu gostava do som de Elvis, queria aprender tocar todas as musicas. Então apareceu os Beatles, eles fizeram tudo mudar no cenário musical, eu adorava suas canções”, enfatiza.   
A primeira apresentação foi na casa noturna Twinkling Star em Illinois em meados de 1961 tocando guitarra base para a banda country de seu pai. Na época ganhou dez dólares pelo trabalho. Geary nos revela que foi uma sensação impar. “A primeira vez no palco, e eu sabia que a música iria ser um fator em minha vida”, destaca.    
Além de tocar instrumentos e cantar, o artista também escreve suas musicas. Seu processo de composição começou quando tinha quatorze anos como uma balada lenta e logo após surgiu a musica “Walk Walk”. Nessa época suas canções tinham como influência a musica dos Beatles, conforme foi crescendo passou a escrever sobre suas experiências e coisas que acontecem ao seu redor.
Em suas composições Geary começa com a construção da harmonia e da melodia com alguma ideia sobre o tema ou palavras que vai usar. Entre suas criações favoritas estão: American Heartbeat(2016),Continues to Burn(2015), You’rea Big Boy Now’ (2015), Maid of Love(2015) e ‘Walk Walk’ (1975).

O artista lançou seu primeiro CD em junho de 2016 intitulado Continues to Burno álbum traz as canções: Continues to Burn, At Your Door, Maid of Love, Lovin’ Kind, Tonight She’ll Hold Me e You’re a Big Boy Now.
Na musica Maid of Love Geary conta com a participação de Norman Jones no solo de guitarra e Bob Fontana no Sax.
Em suas apresentações o artista conta com Peggy Nelson nos teclados, Phil Kilmer na bateria e Mark McCague no baixo. Desde 2013 se dedica em tempo integral a musica que passou a ser sua principal fonte de renda.

Perguntado sobre as principais dificuldades na carreira musical Geary comenta: “Hoje em dia todo mundo toca e você tem que se promover o melhor que puder. No passado você tinha empresas de promoção que tomavam o controle de tudo, então, se tinha o apoio deles, você se dava bem. Agora você tem que ter um monte de dinheiro para promover-se a si mesmo, e Deus sabe que nós não temos dinheiro”, desabafa.
Para Geary, musica está em seu sangue, percorre sua mente por todo o tempo. “Estou sempre ouvindo melodias e estruturas musicais”, revela. “A musica é conforto, me faz relaxar e é muito divertido tocar em frente ao público”, acrescenta. Além de seu trabalho profissional, o artista se apresenta voluntariamente em alguns encontros de Igrejas.

Perguntado ao artista como ele vê a complexidade do mundo, ele observa que: há muitos tomadores, pessoas que não se matem suficientemente por conta própria e existe demasiada agressividade tolerada.

O que chateia Geary são pessoas que não ganham seu caminho pela vida e espera que outros o façam por eles. E, o que o faz feliz é a musica, sempre. Seu desejo para o mundo, é que as pessoas possam conviver juntas, livres de todo tipo de agressão, independentemente de sua cultura. Para saber mais sobre o trabalho de Geary Nelson acesse seus canais na web em:  iTunesReverbNationFan PageTwitterYouTube e Instagram.
por Zel Florizel   

8 de setembro de 2016

Ralph Pagano Music and History

Os Estados Unidos é um dos países que mais vende musicas no mundo. Berço do Jazz e do blues entre outros estilos. Tem o maior faturamento na indústria fonográfica. O mundo escuta a musica americana, e a cultura musical no país permanece saudável e ativa.
Além dos muitos nomes conhecidos há uma fasta gama de artistas independentes que através da web vêm mostrando para o mundo muito mais do que a midia convencional que na maioria das vezes é paga para mostrar.

Nesse cenário destaca-se Ralph Pagano (60), cantor e compositor. Ralph é veterano na musica, nascido no Brooklin – NY, uma das cidades mais populosas do do estado e também um dos maiores centros da musica independente no país, o artista nos conta que teve uma infância muito boa. E boa parte dessa infância passou na Pensilvânia quando aos sete anos sua família se mudou para o estado.
As paixões de Ralph sempre foram musica e esporte. Jogou futebol americano, baseball e basquete na infância. Na adolescência praticava hockey no gelo pelo time do colégio.     
Seu interesse em começou aos quinze anos. Aprendeu sozinho a tocar baixo e guitarra. Tocou em uma banda cover até os trinta anos e nessa época decidiu estudar violão de seis e doze cordas por conta própria.

Aos trinta e quatro anos, Ralph passou por um sério acidente jogando baseball, sua mão e braço esquerdo ficaram gravemente comprometidos. “Pensei que jamais seria capaz de usar minha mão esquerda e tocar violão novamente”. Embora não pudesse tocar, não se desfez de seus instrumentos, na esperança que um dia encontrasse uma maneira de tocar novamente.
Depois de cerca de dez anos sem tocar forçou-se a tentar novamente com o violão. Levaram muitos meses, felizmente conseguiu e continua fazendo muito som de qualidade para compartilhar com todos.
Já reabilitado, Ralph começou a se apresentar em bares na noite fazendo cover para ganhar algum dinheiro extra. Foi quando descobriu outros lugares em que podia se apresentar. Em 2010 começou a escrever suas próprias canções, mas não as tocava ainda. Em 2015 resolveu finalmente apresentar suas criações para ver como seria a aceitação do público. “Tenho me sentido muito feliz com os resultados desde então, agora me sinto muito mais confortável por apresentar as musicas que eu mesmo criei”.

Atualmente o cantor está trabalhando nas gravações do primeiro CD que deve ser lançado no começo de 2017. A primeira composição de Ralph foi a canção Wishing You Were Here do inglês ‘Desejando que Você Estivesse Aqui’ criada entre abril e maio de 2011. De suas composições as favoritas são: Out of Control, criada em agosto de 2014, canção que Ralph mais gosta de tocar; e One More Time, escrita em maio de 2016.
Em suas apresentações Ralph costuma cantar sempre as duas canções. As outras musicas do repertório, de acordo com o artista, são incluídas conforme o local de apresentação, seu humor e a audiência.
Como muitos artistas independentes, Ralph ainda não pode viver apenas da musica. Atualmente, também trabalha como gerente em um restaurante. Ele espera melhorar seus rendimentos com a musica para dar andamento em sua carreira e poder viver de musica em sua aposentadoria.
Seus artistas favoritos são: a banda Bad Company; Aerosmith; Van Halen; entre outras. “Sou muito mais eclético nos meus gostos musicais nos dias de hoje, me interesso por ouvir diversos gêneros”.
O cantor dificilmente se irrita. “Não vale a pena se aborrecer e isso faz com que o problema seja resolvido, sou bastante tolerante e geralmente uma pessoa feliz”.

Perguntado sobre o que musica significa em sua vida o cantor responde: “Musica significa muito para mim, é uma libertação, eu tento tocar pelo menos uma hora por dia e busco aprender com pessoas que tenho encontrado no meio musical, pois, tenho muita a aprender”. Para saber mais sobre o trabalho de Ralph Pagano acesse seus canais na web em: Fan PageReverbNationTwitterInstagram e YouTube.

4 de setembro de 2016

Elisa Duwez Music and History

A França é um dos mais belos países da Europa, reduto de muitos artistas nos diversos campos da arte e principalmente da pintura, terra de Pablo Picasso, Vicent Van Gogh, entre outros. A pronúncia de seu idioma é encantador, e por isso, as canções francesas também são tão apreciadas em todo o mundo.
Nesse reduto riquíssimo das artes, oriunda de pequena vila na cidade de Lille, situada ao norte do país, encontramos a talentosa cantora Elisa Duwez. Criada no campo, Elisa sempre teve contato com a natureza e animais e até hoje os adora. Ainda na infância aprendeu suas primeiras canções através do rádio o que a inspirou a escrever poemas e histórias.
Na adolescência gostava de ir ao cinema, concertos, participar de festas com amigos e mais uma porção de coisas que os jovens gostam de fazer nessa fase da vida. Entretanto sua paixão pela musica sempre a acompanhou.    
A cantora nos revela que queria seguir carreira artística desde criança, isto permaneceu em sua cabeça. Já fazia seus primeiros ensaios na escrita de poemas, então decidiu estudar musica. Contudo era uma cidade pequena de difícil acesso às gravadoras. “Era como um sonho, um monte de gente e minha família achavam que eu estava apenas sonhado, mas eu sempre disse: ‘eu serei cantora’”.
Seu principal instrumento é claro, sua belíssima voz. Aos 17 anos começou a fazer alguns trabalhos eventuais para obter recursos e pagar aulas de canto, de musica e escrita musical. Teve que bancar tudo desde cedo e não se arrepende disso.
Entre seus gostos musicais estão o blues, jazz e rock. Os artistas que a inspira são: Jim Morrison (pela poesia); Nina Simone (pela interpretação); Bom Jovi; George Michael (pela sensibilidade); Bono (U2); Edith Piaf (pela interpretação e voz); e Elton John que na opinião da cantora é um artista completo.
Uma de suas primeiras apresentações foi em Los Angeles em um piano bar cantando jazz. As pessoas presentes adoraram o vocal e interpretação porque era diferente do estilo americano. “Gostaram muito do show principalmente quando cantei ‘La Vie em Rose’”.
Para Elisa a experiência foi uma mistura de algo emocionante e assustador. A cantora ressalta que estava cantando em inglês e não se sentia bem segura quanto a pronuncia. Todavia, as pessoas em Los Angeles foram bastante amáveis e aplaudiram-na muito. “Senti-me mais à vontade cantando para estrangeiros que na França”.
De acordo com a cantora, sua inspiração para escrever vem do dia-a-dia, das coisas que acontecem ao redor, com ela, com amigos e gosta muito de escrever sobre amor. “O amor é sempre uma boa fonte de inspiração”, acrescenta.
Além de apresentações, Elisa tem diversas colaborações musicais com DJ’s da Itália, Espanha, México, França e Inglaterra. Também algumas composições em parceria. Frequentemente se apresenta com a banda ‘The Jazz Band Standards’ e faz algumas apresentações ao vivo com bandas de blues.
Sobre suas musicas Elisa diz que as têm como bebês, “Eu amo todas minhas músicas”. A cantora tem participado de várias colaborações musicais com outros artistas, compositores e DJ’s, a maioria deles na Itália. Entre eles estão: Riccardo Sada, Beethoven tbs , Peter Kharma, Mario Piu, E Duque, Maiax e Fidel Deejay.
Elisa tem trabalhos com a Sony Music, Warner Chapell e colaborações com a Media Records Italy. Além disso, tem trabalhos com outros selos da Espanha, França e México. Seu mais recente trabalho é a canção This Is Not a Love Song, uma colaboração com DJs italianos pela gravadora Royal Supreme. Atualmente trabalha nas canções para seu álbum que será lançado em 2017.

Quando perguntado a cantora a razão de trabalhar com musica ela respondeu: “Isto não é um trabalho, é uma paixão”. “A musica significa muito para mim, ela me ajuda a superar qualquer tristeza”, enfatiza. Elisa deixa um importante recado para os artistas do meio musical: “Gostaria apenas de dizer para as pessoas que fazem musica, que façam isso por paixão e amor a musica”. Para saber mais sobre o trabalho de Elisa visite seus canais na web em: Elisa Duwez Official Website, ReverbNation, Beatport, Fan Page, YouTube e Twitter.

3 de setembro de 2016

Elena Maro Music Journey

A Itália sempre foi berço de grandes interpretes e a nova safra de cantores e cantoras reafirma ainda mais essa posição. Entre elas destaca-se Elena Maro. Elena nasceu em Turim um grande centro econômico e famosa cidade que no século XIX chegou a ser capital do país.
Nem bem abriu os olhos, a recém-nascida Elena foi encantada pela arte. “De acordo com minha mãe, era tarde da noite e o médico de plantão estava tocando seu violão e cantando, essa foi a primeira coisa que eu ouvi quando nasci”. Por esse motivo a musica sempre foi essencial em sua vida, acrescenta.
A cantora recorda que aos três anos de idade passava o dia dançando em volta da casa ou cantando alto sentada em um degrau da escada. “Tinha uma acústica perfeita lá”. Sua barulheira levavam seus pais e seu adorado irmão mais velho a loucura, nessa época Elena já se espelhava nas grandes estrelas. “Eu sempre sonhei com a América, eu queria ser uma daquelas famosas cantoras e compositoras americanas, era tão encantada com aquilo”. Uma das cantoras prediletas de Elena é Carole King, em homenagem à cantora, batizou seu violão folk com o nome de Carole.

De acordo com a cantora, ela nunca decidiu sobre ser uma artista, do mesmo modo que nunca decidiu sobre respirar. A musica para ela sempre foi um instinto natural. “Surgiu como um caminho que eu estava simplesmente destinada a seguir, onde eu poderia ser eu mesma, me sentir feliz, completa e apaixonada pelo Universo”, ressalta.
A partir dos quinze anos Elena passa a ver a musica com mais responsabilidade, começa a estudar canto, piano e composição. O contato como estudo de musica e seu desenvolvimento na arte, mostrou que aquilo não era um sonho passageiro de criança, aquilo era real e para a vida inteira.
Perguntado a cantora sobre as dificuldades na carreira, Elena nos revela que há poucos anos passou por provas difíceis. E que, combinar seu trabalho como professora durante o dia e a carreira de cantora e compositora, também não foi tarefa fácil.
Além das aulas, Elena esteve trabalhando pouco em suas musicas – na criação e produção. Esteve também trabalhando em dramaturgia; como atriz; em designer de som para produções teatrais e reformando a casa que tinha comprado. “Não tive tempo para passeios”, desabafa.
Cansada e frustrada por não ter muito tempo para se dedicar à sua arte, Elena toma uma decisão drástica, porém acertada. No começo 2016 vendeu a casa, deixou as aulas por um tempo e candidatou-se em um programa para músicos no Musicians Institute em Hollywood e foi aceita em Maio. O programa começará em Outubro com duração de seis meses e a cantora já está arrumando as malas. “Vou perseguir meus sonhos, quero ter minhas musicas gravadas para grandes produções em Hollywood, conhecer pessoas, sei que é um grande sonho, mas, se eu não acreditar que posso quem acreditará?”
Com o aceite da instituição, Elena iniciou uma campanha na web intitulada The Journey, contado a história de mulheres que não têm medo de fazer suas próprias escolhas e buscar aquilo que as satisfaçam. A cantora dedica uma parte de seu tempo para conhecer mulheres, que como ela, estão nessa mesma luta e nunca desistiram de seus sonhos.
Elena convida as mulheres a participar da campanha e contar suas lutas. “Mulheres que têm lutado com garra e determinação, acreditam na beleza da vida e que sonhos podem se tornar real estão convidadas a participar do projeto” enfatiza. Para conhecer o projeto e entrar em contato com a cantora basta acessar seu site: Elena Maro Official Website.
Os principais instrumentos da artista são: violão e piano. Através dos quais a cantora compõe, cria seus arranjos e grava suas canções. Além da criação e do vocal, Elena é quem faz toda a produção musical. Sobre os gêneros musicais preferidos diz: “Eu adoro todos os gêneros musicais, desde que seja musica boa e feita de coração”.
Os artistas que a inspira são: Grant-Lee Phillips, Sam Phillips, Jewel e Jennifer Page. Além desses, apreciam muito o som da banda Novo Amor, uma banda criada por um músico e o designer musical da cidade de Wales e Ennio Morricone, compositor de musicas para o cinema.
Elena começou a compor aos vinte anos, se sentia realizada profissionalmente e conduzia um show cantando pela Europa e mostrando suas canções. Contudo, faltava alguma coisa. Como dançarina que foi, estava acostumada a ouvir as mensagens que seu corpo enviava. E uma dessas mensagens foi escolher um instrumento e colocar para fora as melodias que só conseguia ouvir dentro de si. Então, comprou um violão e começou a tocar pó conta própria, sem buscar métodos. “Foi como mágica, algo concebido exatamente para ser”, ressalta.
Sua inspiração pra compor vem das coisas da vida, de histórias e de pessoas que tem conhecido ao longo da vida. “Eu acredito que boas musicas vêm de corações sensíveis, de pessoas que não têm medo de encarar a dor e histórias tristes”. Elena é autora de uma letra de musica criada para a campanha mundial de combate ao trabalho infantil do ILO, instituição ligada à ONU. Nesse sentido há algo chegando em seu novo projeto. Porém, ela ainda não pode revelar.
Para Elena, as composições chegam subitamente quando está fazendo qualquer outra coisa que não seja relacionada a musica. Então, pega seu violão ou senta ao piano e deixa a arte fluir. “É como se alguém estivesse me guiando, a melodia e a letra (história), frequentemente surgem juntas”. Se não está em casa, utiliza o celular para gravar as ideias iniciais de melodia e harmonia. “As vezes as musicas surgem também em meus sonhos, é por isso que mantenho meu celular no criado mudo, bem ao lado da cama”, acrescenta.
Quando está compondo uma trilha para jogos, vídeos, comerciais, ou escrevendo com base em alguma história, a compositora procura se envolver a fundo com o assunto, submergir no tema. “Algo como os atores fazem, de acordo com o método de Stanislavski”, completa. A partir daí, começa a organizar e escolher os sons, ou criar novos. “Eu gosto de criar meu próprio banco de sons de coisas incomuns”, revela. Se a musica é para fins comerciais, a compositora foca nos princípios do marketing emocional. Porém, jamais deixando de fora sua criatividade e inspiração ao criar algo que o cliente pediu.
Uma de suas autorias preferidas é a musica Everything Flows, canção que escreveu inspirada na perda de uma pessoa próxima e querida. “Ela veio como uma melodia de cura, para me lembrar de que nada na vida é para sempre e que as coisas mudam, mas isso tem um lado bom, porque todas essas mudanças te levam a nunca desistir das coisas que podem mudar para algo positivo, de forma surpreendente e em curto tempo, se você apenas acreditar”. Para Elena, musica é o amor da sua vida, o que a mantém de pé, respirando e sendo feliz.
Perguntado sobre o que a deixa chateada, Elena responde que decidiu desistir dos sentimentos negativos, agora está concentrada em ser feliz. “A musica me faz feliz é claro, e também o apoio dos amigos músicos”. “Eu amo a natureza, caminhar e ouvir o som do vento acariciando as filhas, isto me faz entrar em êxtase”, ressalta. Para saber mais sobre o trabalho da cantora acesse seus canais na web: Elena Maro Official Website, ReverbNation, Twitter, FacebookFan Page, YouTube, Instagram e SoundCloud.

28 de agosto de 2016

Tim Mendes e Sua Oração

Alguns críticos da musica costumam achar que no meio gospel há uma certa mesmice. Geralmente as letras, arranjos e performance vocal são quase sempre parecidos. Entretanto, uma nova safra de artistas gospel vem se destacando exatamente por decidir remar contra essa maré.
Entre esses artistas tive o prazer de entrevistar Tim Mendes (38). Tim é produtor musical, músico, compositor e interprete. Nascido na cidade de São Paulo – coração econômico do Brasil – o artista teve seu primeiro contato com a musica aos sete anos.
De origem gospel, Tim Mendes em sua infância acompanhava com os olhos e ouvidos bem atentos os ensaios e apresentação do grupo de sua igreja. Nas canjas de finais de cultos o pequeno Tim escapava dos pais e ia logo para junto dos músicos para apreciar o que se tornaria no futuro seu prazer e profissão. 
Então seu pai, senhor João Mendes, começou a observar a paixão do filho pela musica. Imediatamente colocou-o para estudar musica. O casamento do artista com seu principal instrumento, o violão, completou trinta e um anos em 2016. 

No ano de 1988, quando tinha apenas dez anos, sua família muda-se para Hortolândia, pequena cidade do interior do estado. Não havia muitas oportunidades de estudar musica como nas grandes cidades. Porém, isso não o impediu de seguir em frente.
Seu pai viajava constantemente para São Paulo, e de lá trazia os vinis do músico Djanir. Tim colocava os bolachões ‘Djanir e Sua Guitarra’ na vitrola e em pouco tempo estava tocando todo o hinário da igreja. Aqueles discos, até então, eram sua única fonte para se desenvolver como músico. 
O artista conta que teve uma infância tranquila, costumava jogar bola com as outras crianças, brincar de pega-pega, e, sobretudo, estudar. Tim Mendes sempre levou os estudos muito a sério, principalmente o estudo da musica. “Já cheguei a estudar musica nove horas por dia, só parava para comer”, ressalta.
Frequentemente a senhora Miriam, sua mãe, tinha que interceder. Na época de avaliações escolares ela o orientava a estudar menos musica e se dedicar um pouco mais às matérias da escola. O que não era problema para Tim, pois, desde criança procurou cumprir com seus deveres, sabia que aquilo seria um diferencial para a vida inteira.

No quintal onde a família morava em São Paulo havia mais duas casas e uma igreja. A primeira apresentação se deu bem ali naquela pequena igreja. Ali se reunião um grupo de irmãs todas as quartas feiras no período da manhã. Faziam suas orações e também cantavam para louvar ao Senhor.

De uma escada, o futuro músico ficava apreciando o canto das irmãs. Mas faltava alguma coisa. Claro, faltava o acompanhamento instrumental! Então Tim se ofereceu para acompanhar o grupo com seu o violão. Agora o grupo estava completo, entre acertos e erros, o garoto se empenhava ao máximo, e as irmãs sempre foram muito pacientes e carinhosas com ele, enfatiza.
Nessa mesma igreja, também não havia músicos nos cultos do período noturno, apenas um irmão que tocava de vez em quando. Mais uma oportunidade e Tim não deixou escapar. Foi quando desenvolveu mais ainda seus dotes musicais. Tirava as musicas de ouvido e começou a ajudar a igreja. “A igreja que eu frequentava antes já tinha uma banda formada, bons músicos, lá eu não ia ter vez”, destaca.
Já em Hortolândia a família passou a frequentar uma igreja da região. Lá Tim pôde conhecer Enoque Rodolfo (atual violonista de Marcos e Belluti) e Enéias filhos de um pastor recém-chegado. Um dos meninos tocava guitarra e o outro tocava contrabaixo. “Esse Enoque era muito fusado, ele tirava muitos solos de ouvido e me passou algumas coisas”, ressalta. Essa seria sua primeira experiência em uma banda. Aos onze anos seu pai o coloca para aprender trompete em um curso oferecido pela igreja.

Com quatorze anos, Tim volta a aulas de musica e escrita musical. “Passei dois anos estudando aquilo que eu já fazia na prática, porém, não entendia como era na teoria”. Algum tempo depois, frequentou o Conservatório de Musica de Tatuí, onde estudou por dois anos. Porém teve que parar com o curso pela inviabilidade financeira.
Entretanto, em sua passagem por Tatuí, Tim conheceu alguns alunos que também davam aulas. Dentre eles Marcelo Modesto (atual guitarrista de Chitãozinho e Chororó), que naquela época era um jovem estudante de musica que vivia em Campinas. Então Tim passou a estudar com Marcelo Modesto em Campinas. “Modesto é grande músico, um grande cara, ele me abriu muito o leque de musica, é em quem eu me espelho, a forma que ele me ensinou me permitiu tornar-me autodidata”, destaca.
Aos dezesseis começa a dar suas primeiras aulas de violão em um quartinho que ficava ao fundo de sua casa. Nesse período as aulas que ministrava se tornou sua principal fonte de renda. Era com esse dinheiro que pagava seu curso de Processamento de Dados e comprava suas coisas. O curso de Processamento de Dados atrelado a musica deu à Tim a base necessária para se tornar um competente produtor musical.
Com dezenove anos o artista se aventurou fazendo bicos como segurança por influência de um primo. Tomou gosto pela área e por conselhos de seu pai prestou concurso para ser policial. Tanto ele, quanto seu pai acreditava que haveria uma oportunidade de que ele entrasse para a banda da PE. Seu pai sempre o apoiou na musica, incentivado a fazer cursos e comprando de instrumento. Todavia, o senhor João Mendes sabia que era difícil viver daquela profissão e engajar na banda da polícia seria uma excelente alternativa. Embora tenha passado em todos os testes, Tim não foi aprovado no teste físico e o projeto de entrar para a banda da PE foi interrompido.
Apesar do amor a arte, o artista teve outras profissões, ainda não dava para se manter completamente da musica. Trabalhou por certo tempo em banco no período noturno. Nessa época, chegava do trabalho pela manhã, dormia um pouco, dava aulas a tarde e estudava musica a noite.    

Sua maior influência musical é a Black Music Gospel, Jazz e corais norte-americanos. Em uma ocasião, Modesto aconselha-o a tocar Jazz, pois, era o estilo que Tim gostava muito e estudava. “O Marcelo me disse: ‘cara você tem uma pegada legal, mas você precisa tocar Jazz, não tem como você estudar um estilo sem tocar ele’”. Através de um grupo de estudos, Tim começa a tocar Jazz e passam a se apresentar na noite, além de fazer free lance com bandas de outros gêneros.

O artista acrescenta que, embora goste muito de Jazz com ele não há preconceitos musicais, respeita todos os gêneros. Pois, nos variados estilos há músicos bons e ruins. “Eu valorizo muito aquele músico que não importa se ele sabe muito ou pouco, mas com aquilo que ele sabe ele tira som, faz com amor”, ressalta.
Aos vinte e quatro anos, Tim casa-se com Silvana, moça que conheceu na igreja e que iria se tornar sua companheira de todas as horas, maior incentivadora de sua carreira e mãe de seus dois filhos, Diego e Bernardo. Em uma fase de sua vida o artista passou por momentos difíceis de saúde. Porém, sua esposa estava sempre ali, cuidando e apoiando. “Hoje eu consegui chegar onde cheguei na musica, por causa dela”, revela.

Já com bastante bagagem musical, Tim Mendes passou a ser chamado por produtores musicais para participar de gravações em CDs e DVDs de outros artistas como: Prisma Brasil, Tom de Vida, Vocal Louvor, Kenia Rodrigues, Júlia Ribeiro, Sara Estevão, J. Silva, entre outros.
A oportunidade de montar seu próprio estúdio surgiu quando seu amigo Charbel (engenheiro de som) – com quem fez vários trabalhos – decidiu encerrar as atividades do estúdio e sugeriu que Tim comprasse parte dos equipamentos para montar seu próprio estúdio. Então, adaptou uma parte da casa onde morava e passou a produzir para muitos artistas independentes. Hoje Tim Mendes, em um novo e bem equipado estúdio, é conhecido e bem relacionado no meio musical pelos diversos trabalhos realizado como músico e também como produtor musical.
Perguntado sobre seus processos de compor, o artista nos revelou que todas as suas composições são baseadas em experiências de vida e em sua relação com Deus. “Às vezes eu consigo me comunicar mais com Deus cantando do que falando”. “Eu não sou uma pessoa religiosa, sou uma pessoa que ama Deus acima de todas as coisas”, enfatiza.

O CD ‘Tim Mendes – Minha Oração’ (2012), trouxe uma musicalidade diferente para o gênero gospel. O instrumental é marcado com elementos do Jazz e da Black Music, as letras traz o tema da paz, amor e adoração ao Senhor. Em suas composições, Tim sempre procura enfatizar as benevolências de Deus levando o evangelho sem cair no fanatismo religioso. “Eu vejo o evangelho com uma simplicidade como Jesus foi e o respeito ao próximo tem que haver independente da crença de cada um”, considera.
Além do tema de Abertura, o CD ‘Minha Oração’ traz as canções: Vamos Louvar, Adorador, Minha Oração, Haverá Um Amanhã, Botafogo, Digno de Adoração, Te Louvo, Me Ensina a Esperar em Tim, Nunca Falhará, Toca em Mim e Verdadeiro Adorador. Dentre elas a preferida de Tim Mendes é a musica Nunca Falhará. Para saber mais sobre o trabalho de Tim Mendes acesse: Facebook, Palco MP3 e Fan Page.

19 de agosto de 2016

Nay Canassa e Rafael a Nova Revelação Sertaneja

O ritmo sertanejo universitário ganhou o Brasil e muitos são os artistas que querem entrar nesse rol. Porém, cabe-se salientar que é um meio concorrido e tem um público exigente também. Se não for pra fazer de coração, respeitando o público nem adianta entrar.

Neste cenário desponta-se uma dupla ainda muito jovem. Contudo, de um carinho e respeito impar por seu público que aumenta a cada nova apresentação. Estamos falando da mais nova dupla sertaneja universitária Nay Canassa e Rafael.

Ela, com apenas 17 anos, natural da cidade de Apucarana – PR; teve seu primeiro contato com a musica através de seu avô materno, que sempre tocou violão e cantou musicas raiz, o que a influenciou desde muito cedo. Foi de seu avô que ganhou o primeiro violão e como os jovens de sua geração – logo foi pesquisar na internet os métodos para aprender tocar o instrumento.

Aos 12 anos começa a cantar na igreja, nessa mesma época inicia aulas de técnica vocal para aprimorar sua performance. A partir daí, passou a participava dos recitais da escola de música. Entretanto, ela gostava mesmo era de cantar rock. E em casa, encantava seus pais com suas apresentações para seu público vip.

Ele, com 25 anos, oriundo de Rio Bom – PR; aos 6 anos ganhou um violão de um tio que morava em São José dos Campos. Passou a se interessar por musica e enquanto a garotada corria atrás da bola ele se divertia encontrando os acordes, ritmos e escrevendo seus primeiros versos.

Nay sempre foi uma criança agitada, conversava bastante. Por conta disso, seus pais eram frequentemente convidados a comparecer na escola. Embora as professoras tivessem um certo trabalho com ela, percebiam que sua inquietação era proveniente de seus dons artísticos.

A artista sempre foi inclinada à dança e ao canto. Fez artes marciais, ginástica rítmica, ballet e teatro. Aos 14 anos – através de um amigo da família – conheceu o mundo da fotografia, aprendeu a fotografar, filmar e editar vídeos. Passou a trabalhar com ele em eventos sociais.

Em um desses eventos pode participar como cinegrafista em alguns cursos e treinamento da Policia Militar, fato que lhe despertou a vontade de se tornar policial, tal desejo iria durar por dois anos. Até que se encontrou de vez na musica e decidiu levar a carreira de cantora adiante profissionalmente.

Rafael, em sua infância, como a maioria dos garotos, era encantado por futebol. Chegou a sonhar e ser um grande atacante e quem sabe fazer parte da seleção brasileira. Entretanto, a musica falou mais alto em seu coração e decidiu se dedicar em tempo integral à carreira artística.

Em sua jornada pela musica Nay sempre teve o apoio da família. Em especial do pai que cuida de tudo para a dupla. Apoio importantíssimo notado no amadurecimento artístico dos dois jovens. Rafael também tem total apoio da família, em especial de sua mãe.
Rafael era musico contratado em algumas bandas. Em uma de suas apresentações conheceu Nay. Trocaram contato e passaram a fazer alguns ensaios juntos. Todos que ouviam o dueto ficavam encantados, sempre sugeriam: “porque não formam uma dupla?” Foi então que decidiram juntar os talentos para alegria do público. Com musicas próprias, amor à arte e muito empenho, a dupla tem conciliado seu tempo entre shows e a gravação de seu primeiro CD e DVD.

Entre os artistas que os inspiram estão: Thaema e Thiago, Vitor e Léo, Chitãozinho e Chororó e Bruno e Marrone, além de vários outros. Com pouco menos de um ano juntos, a dupla Nay Canassa e Rafael tem feito cerca de vinte shows por mês.  Costumam se apresentar em choperias, eventos particulares, bares e casas noturnas.

Atualmente a dupla trabalha em seu CD completamente independente. Ainda não há data certa para o lançamento. O primeiro trabalho terá de dez a doze canções. A musica ‘Sexta Feira Chegou’ que também fará parte do álbum já está disponível no YouTube e também tocando em diversas rádios pelo Brasil. As participações em programas de TV têm ocorrido cada vez mais frequentemente.

Além de cantar, a dupla é quem assina as composições que estão sendo gravadas. Suas criações são inspiradas nas situações da atualidade, com linguagem jovem e divertida.

Para Nay a musica significa realização pessoal, arte, diversão e alegria. O diferencial da dupla é levantar o público, botar o povo pra dançar. Por isso optaram por um repertório de músicas animadas. Desse modo, por onde passam contagiam pela animação, colecionando cada vez mais fãs.

A musica para Rafael é seu porto seguro, sua proteção. Sempre que precisa de um refugio, busca-o através de seu violão e seus versos. É através dela que se liberta e encontra razão para viver a cada dia.

O sonho da dupla é ter seu trabalho nacionalmente reconhecido. E principalmente devolver para os fãs todo o carinho que têm recebido. Ressaltam que, sem esse carinho a carreira musical não faria sentido. A satisfação dos fãs é a razão de ser da dupla.

Quem já teve a oportunidade de apreciar o trabalho de Nay e Rafael, pode notar o entrosamento. Relacionam-se muito bem com a banda, passam bastante tempo juntos ensaiando para oferecer musica de boa qualidade para o público, sempre buscando o melhor de si.

O sucesso é bem natural para ambos. Para Nay o importante é nada de se envaidecer, manter a alegria, disposição e principalmente a humildade, pois ama o que faz. Para Rafael o sucesso deve ser tomado com muita responsabilidade, sabe do potencial da dupla e onde querem e pode chegar com seu projeto.

Com os fãs costumam ser sempre atenciosos, tiram fotos com quem quiser, puxam o povo pra dançar nos shows, sempre com o objetivo de levar alegria. Nay e Rafael enfatizam que: “não haveria razão de ser para a dupla se não houvesse o carinho dos fãs”. Eles realmente prezam bastante seu público.

Esta entrevista foi gentilmente concedida através da web por Nay Canassa e Rafael. A dupla arrumou um tempinho em sua agenda para trazer um pouco dessa bela história para os leitores do blog. Agradeço a atenção e deixo aqui seu mais recente trabalho. Para quem quiser saber mais sobre a dupla acesse seus canais na web em: Site Oficial, Fan Page, YouTube e Palco MP3. Aproveitem para curtir o clipe oficial de Sexta Feira Chegou!



Contato para Show (43) 9912-1566 - com Paulo.