29 de outubro de 2016
14 de outubro de 2016
Vince Tomanelli Music and History
Montreal
é um dos principais centros econômicos e culturais do Canadá. Com várias
faculdades e quatro universidades é também centro de alta tecnologia no que
tange às áreas da medicina e industrial aeroespacial. A musica não fica atrás,
o Festival de Jazz de Montreal é um dos maiores do mundo e atrai público de
todas as partes.
É
de lá que vem o guitarrista Vince Tomanelli (51). Aos seis anos Vince já era
encantado pela musica, nessa época costuma cantar os hits de Elvis Presley pela
casa enquanto sua mãe cuidava dos afazeres do lar.
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| Vince's First Guitar (1977) |
Chegada
a adolescência o artista começou a aprender por conta própria seu instrumento. ”Tinha
doze anos, pedi para meu pai comprar-me um violão e comecei a praticar sozinho,
comecei a tocar um dia após a partida de Elvis, o ocorrido foi muito triste para
mim e o violão foi o que aliviou a perda, jamais tive aulas”, comenta.
Nessa
fase Vince costumava praticar com seu instrumento cinco horas por dia e aos
finais de semana mais tempo ainda. “Eu ficava caminhado em volta da casa com
meu violão o tempo todo, à noite sentava na cama e ficava tirando as musicas do
Elvis de ouvido”, acrescenta. Em casa o músico teve apoio total da família,
os pais sempre o encorajaram a tocar.
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| 17 years old (1982) |
Quando
tentou aperfeiçoar sua técnica procurou uma escola de música. O professor pediu
para que o garoto tocasse alguns acordes e tudo que sabia. Vendo o desempenho
de Vince com o instrumento, pediu-lhe que aguardasse alguns minutos. Foi até a
sala do proprietário da escola e explicou-lhe que não podia ensinar nada que o
rapaz já não soubesse.
Alguns
minutos depois o proprietário voltou e explicou o ocorrido. Somado a isso,
convidou Vince para dar aulas na escola. O artista acreditou que tudo aquilo
não passava de uma grande piada. Porém, não era brincadeira. Então passou a
ensinar guitarra naquela escola, onde permaneceria por três anos entre 1982 e
1984.
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| Vince's Back in (1982) |
Nessa
ocasião, começou com dois alunos. Após alguns meses já tinha uma lista de
espera. Nessa mesma época passou a estudar leitura musical por conta própria. Além
disso, a pedido dos alunos, teve que ensinar-lhes o que estava rolando nas rádios
nos anos 80 como: Cyndi Lauper, Boy George, Phill Collins, Michael Jackson,
Whitney Houston, Van Hallen, Scorpions, Queen, Led Zeppellin, Duran Duran,
David Bowie, Prince, Ozzy, e a lista só ia aumentando. “Meus alunos estavam
me pedindo para eu ensinar de tudo, então isso fez com que eu me tornasse um
melhor guitarrista”, revela.
Os
artistas que o inspiraram foram Elvis Presley, Deep Purple e Led Zeppelin. A
primeira apresentação do artista foi no auditório de sua escola no ano de 1982.
“Tocamos de graça, porém, a sensação foi fantástica”, ressalta.
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| Vince (2016) |
Vince
comenta que já tocou com tantos músicos que seria difícil recordar o nome de
todos eles. O artista costuma gravar apenas as musicas que ele gosta. “Se eu
não gosto de uma musica eu jamais irei gravá-la, revela. Purple Rain é na
opinião dele a melhor de suas gravações.
Perguntado
sobre o que a musica significa em sua vida o artista abre seu coração e nos diz:
“Musica é minha vida, minha paixão, meu sonho, eu estou na musica não por
dinheiro, mas porque eu amo fazer isso”. Para saber mais sobre o trabalho de Vince Tomanelli, acesse seus canais na web em: Vince Tomanelli Official Website, YouTube, ReverbNation, SoundCloud, Instagram, Fan Page e Twitter.
por Zel Florizel
5 de outubro de 2016
Zel Florizel Presentation
Zel Florizel is singer, songwriter and phonographic
producer. His first job on CD was the song 'Sabor dos Teus Beijos' a
composition written by Zel Florizel and Gilberto Ribeiro, played by Dener and
Denilson (2004), and which would later be rerecorded by Zel in an acoustic
version.
In
2007 he met the music producers 'Leandro Lago and Tim Mendes' and together
produced the CD titled 'Entre Linhas' with the songs 'Há Sóis', 'Coias da
Paixão', 'Amor Tem Que Ser de Verdade', 'Para a Menina dos Olhos Claros',
'Dê-Me Cá Um Beijo', 'Quem Quiser Ser Meu Amigo', 'Entre Linhas', 'Na Mesma
Sala' and 'Te Trouxe Uma Estrela'.
He took part in regional music festivals and is
currently working on producing his second CD has already pre-released the songs
'Foi Para Nós', 'Give Me Kisses', 'Paraguaia', 'For The Pretty Green Eyes', 'On
The Lines' and 'Aonde Eu For' that will be part of the next album.
His videos on web are already over than 50,000 views,
and, they have been seen in more than 139 countries worldwide.
Zel has some music collaborations with artists
worldwide, his song Give Me Kisses was recorded by the italian singer Raffaella
Piccirillo (2016), For The Pretty Green Eyes was recorded by the american band
Rain King (2016), On The Lines was recorded by the mexican singer Jesus Manoel
Sosa Shapton (2015), and Foi Para Nós and Há Sois was remixed by the JD Edworld
AE from Puerto Rico (2014).
Moreover Zel provides almost all of his music for free
on the site 'ReverbNation' on stage for anyone who wants to download and share
with your friends. To Zel the arts mustn't be sold, however, to those who want
the CD 'Entre Linhas' in hands, contact Zel on Facebook.
He is currently involved in a new musical project with
the Italian singer Raffaella Piccirillo, the American guitarist Joe Adrian, the
Canadian keyboardist Alex Fedra and the American composer Anthony Albanese.
If you want to know more about Zel Florizel, access: YouTube, Facebook, Palco MP3, ReverbNation, MySpace, SoundCloud, Twitter, Blogger, Tumblr, G+, LinkedIn, Cifra Club e Letras.
Text by Zel Florizel
25 de setembro de 2016
Geary Nelson - Music and History
Com
o advento da internet a musica independente ganhou espaço jamais visto
anteriormente. Em todos os cantos do mundo surgem artistas que antes não tinham
como divulgar seu trabalho em escala mundial. Grandes talentos que ficavam
esperando a oportunidade de serem reconhecidos por um grande selo. Hoje as
portas do mundo estão abertas para esses talentos.
Nesse
cenário musical encontramos o cantor e compositor Geary Nelson. Nascido na
cidade de Jonesboro no estado do Arkansas – EU, o artista nos conta que teve
uma infância simples. Comparada com outras, famílias a sua não era tão provida
de recursos financeiros. Contudo seus pais sempre coloram comida na mesa e nada
faltava. “Nós tivemos bons pais, nossas roupas eram simples, mas havia amor
em nosso lar”, ressalta.
Como
todos os garotos americanos, Geary e seus irmãos brincavam na vizinhança, “não
havia nada disso de celulares de ultima geração, nós praticávamos esportes e
nos divertíamos sempre que tínhamos oportunidade”, acrescenta. Seu pai era
empreiteiro de obras, e na maioria das férias de verão Geary e seus irmãos
trabalhavam com ele para ganhar um dinheiro extra.
Influenciado
pelo pai, que era cantor de musica country e ensaiava com a banda em sua casa, aos
nove anos Geary se encantou com a musica. Ficava ali vendo os ensaios com
atenção no guitarrista. “Eu desejava tocar como ele”, enfatiza.
Imediatamente quis aprender a tocar guitarra.
Foi
na adolescência que o artista passou a se dedicar mais para a musica. “Eu
estava apaixonado por musica, e então eu treinava com meu guitarra o máximo que
eu podia”, revela. Nessa época continuava trabalhando com o pai e
praticando esportes com os amigos. Porém, agora a musica era prioridade em sua
vida. Geary passou a cantar apenas aos dezenove anos. “Nunca tinha cantado
antes, apenas tocava”, comenta.
O
artista nos conta que quando começou a tocar guitarra praticava todos os dias,
depois da escola, por muitas horas, e após o jantar até a hora de dormir. Seus
pais sempre o apoiaram em sua jornada musica, foi deles que ganhou seu primeiro
instrumento. “Nós éramos pobres naquela época, era complicado gastar
dinheiro com coisas que você não precisa para viver, foi difícil para eles”, acrescenta.
Embora
eles preferissem que Geary tocasse musicas country, sempre permitiram que ele
tocasse rock.
O
artista nos revela no começo queria sair tocando logo, não suportava a ideia de
que não podia tocar algo ainda. “Eu não tinha paciência, não entendia como
aquilo funcionava e queria tocar imediatamente”, desabafa. Porém,
continuava treinando todos os dias.
Seu
principal instrumento é a guitarra solo, mas também toca guitarra base, bateria
e um pouco de teclado. Suas primeiras notas no instrumento foram ensinadas por
seu pai. Então o guitarrista solo da banda, Richard Johnson, o ensinou como
tocar o instrumento através de partituras. “Ele foi uma grande influencia
para eu melhorar meu desempenho musical”, ressalta.
Os
artistas que o inspiram são Elvis Presley e Beatles. “Eu gostava do som de
Elvis, queria aprender tocar todas as musicas. Então apareceu os Beatles,
eles fizeram tudo mudar no cenário musical, eu adorava suas canções”,
enfatiza.
A
primeira apresentação foi na casa noturna Twinkling Star em Illinois em
meados de 1961 tocando guitarra base para a banda country de seu pai. Na época ganhou dez dólares pelo trabalho. Geary
nos revela que foi uma sensação impar. “A primeira vez no palco, e eu sabia
que a música iria ser um fator em minha vida”, destaca.
Além
de tocar instrumentos e cantar, o artista também escreve suas musicas. Seu processo
de composição começou quando tinha quatorze anos como uma balada lenta e logo após
surgiu a musica “Walk Walk”. Nessa época suas canções tinham como
influência a musica dos Beatles, conforme foi crescendo passou a escrever sobre
suas experiências e coisas que acontecem ao seu redor.
Em
suas composições Geary começa com a construção da harmonia e da melodia com alguma
ideia sobre o tema ou palavras que vai usar. Entre suas criações favoritas estão: ‘American Heartbeat’ (2016), ‘Continues to Burn’ (2015), ‘You’rea Big Boy Now’ (2015), ‘Maid of Love’ (2015) e ‘Walk
Walk’ (1975).
O artista lançou seu primeiro
CD em junho de 2016 intitulado “Continues to Burn” o álbum traz as
canções: Continues to Burn, At Your Door, Maid of Love, Lovin’ Kind, Tonight
She’ll Hold Me e You’re a Big Boy Now.
Na
musica Maid of Love Geary conta com a participação de Norman Jones
no solo de guitarra e Bob Fontana no Sax.
Em
suas apresentações o artista conta com Peggy Nelson nos teclados, Phil
Kilmer na bateria e Mark McCague no baixo. Desde 2013 se dedica em
tempo integral a musica que passou a ser sua principal fonte de renda.
Perguntado
sobre as principais dificuldades na carreira musical Geary comenta: “Hoje em
dia todo mundo toca e você tem que se promover o melhor que puder. No passado
você tinha empresas de promoção que tomavam o controle de tudo, então, se tinha
o apoio deles, você se dava bem. Agora você tem que ter um monte de dinheiro
para promover-se a si mesmo, e Deus sabe que nós não temos dinheiro”, desabafa.
Para
Geary, musica está em seu sangue, percorre sua mente por todo o tempo. “Estou
sempre ouvindo melodias e estruturas musicais”, revela. “A musica é
conforto, me faz relaxar e é muito divertido tocar em frente ao público”, acrescenta.
Além de seu trabalho profissional, o artista se apresenta voluntariamente em
alguns encontros de Igrejas.
Perguntado
ao artista como ele vê a complexidade do mundo, ele observa que: há muitos
tomadores, pessoas que não se matem suficientemente por conta própria e existe demasiada
agressividade tolerada.
O
que chateia Geary são pessoas que não ganham seu caminho pela vida e espera que
outros o façam por eles. E, o que o faz feliz é a musica, sempre. Seu desejo
para o mundo, é que as pessoas possam conviver juntas, livres de todo tipo de agressão,
independentemente de sua cultura. Para saber mais sobre o trabalho de Geary
Nelson acesse seus canais na web em: iTunes, ReverbNation, Fan Page, Twitter, YouTube e Instagram.
por Zel Florizel
8 de setembro de 2016
Ralph Pagano Music and History
Os
Estados Unidos é um dos países que mais vende musicas no mundo. Berço do Jazz e
do blues entre outros estilos. Tem o maior faturamento na indústria fonográfica.
O mundo escuta a musica americana, e a cultura musical no país permanece
saudável e ativa.
Além
dos muitos nomes conhecidos há uma fasta gama de artistas independentes que através da web vêm mostrando para o mundo muito mais do que a midia convencional
que na maioria das vezes é paga para mostrar.
Nesse
cenário destaca-se Ralph Pagano (60), cantor e compositor. Ralph é veterano na
musica, nascido no Brooklin – NY, uma das cidades mais populosas do do estado e também um dos maiores centros da musica independente no país, o
artista nos conta que teve uma infância muito boa. E boa parte dessa infância passou
na Pensilvânia quando aos sete anos sua família se mudou para o estado.
As
paixões de Ralph sempre foram musica e esporte. Jogou futebol americano, baseball
e basquete na infância. Na adolescência praticava hockey no gelo pelo time do
colégio.
Seu
interesse em começou aos quinze anos. Aprendeu sozinho a tocar baixo e
guitarra. Tocou em uma banda cover até os trinta anos e nessa época decidiu
estudar violão de seis e doze cordas por conta própria.
Aos
trinta e quatro anos, Ralph passou por um sério acidente jogando baseball, sua
mão e braço esquerdo ficaram gravemente comprometidos. “Pensei que jamais
seria capaz de usar minha mão esquerda e tocar violão novamente”. Embora não
pudesse tocar, não se desfez de seus instrumentos, na esperança que um dia
encontrasse uma maneira de tocar novamente.
Depois
de cerca de dez anos sem tocar forçou-se a tentar novamente com o violão.
Levaram muitos meses, felizmente conseguiu e continua fazendo muito som de
qualidade para compartilhar com todos.
Já
reabilitado, Ralph começou a se apresentar em bares na noite fazendo cover para
ganhar algum dinheiro extra. Foi quando descobriu outros lugares em que podia
se apresentar. Em 2010 começou a escrever suas próprias canções, mas não as
tocava ainda. Em 2015 resolveu finalmente apresentar suas criações para ver
como seria a aceitação do público. “Tenho me sentido muito feliz com os
resultados desde então, agora me sinto muito mais confortável por apresentar as
musicas que eu mesmo criei”.
Atualmente
o cantor está trabalhando nas gravações do primeiro CD que deve ser lançado
no começo de 2017. A primeira composição de Ralph foi a canção Wishing You
Were Here do inglês ‘Desejando que Você Estivesse Aqui’ criada entre
abril e maio de 2011. De suas composições as favoritas são: Out of Control, criada em agosto de 2014, canção que Ralph mais gosta de
tocar; e One More Time, escrita em maio de 2016.
Em
suas apresentações Ralph costuma cantar sempre as duas canções. As outras
musicas do repertório, de acordo com o artista, são incluídas conforme o local
de apresentação, seu humor e a audiência.
Como
muitos artistas independentes, Ralph ainda não pode viver apenas da musica. Atualmente, também trabalha como gerente em um
restaurante. Ele espera melhorar seus rendimentos com a musica para
dar andamento em sua carreira e poder viver de musica em sua aposentadoria.
Seus
artistas favoritos são: a banda Bad Company; Aerosmith; Van Halen; entre
outras. “Sou muito mais eclético nos meus gostos musicais nos dias de hoje,
me interesso por ouvir diversos gêneros”.
O
cantor dificilmente se irrita. “Não vale a pena se aborrecer e isso faz com
que o problema seja resolvido, sou bastante tolerante e geralmente uma pessoa
feliz”.
Perguntado
sobre o que musica significa em sua vida o cantor responde: “Musica significa
muito para mim, é uma libertação, eu tento tocar pelo menos uma hora por dia e
busco aprender com pessoas que tenho encontrado no meio musical, pois, tenho
muita a aprender”. Para saber mais sobre o trabalho de Ralph Pagano acesse
seus canais na web em: Fan Page, ReverbNation, Twitter, Instagram e YouTube.
por Zel Florizel
4 de setembro de 2016
Elisa Duwez Music and History
A França é um dos mais belos países da Europa, reduto de muitos artistas nos diversos campos da arte e principalmente da pintura, terra de Pablo Picasso, Vicent Van Gogh, entre outros. A pronúncia de seu idioma é encantador, e por isso, as canções francesas também são tão apreciadas em todo o mundo.
Nesse reduto riquíssimo das artes, oriunda de pequena vila na cidade de Lille, situada ao norte do país, encontramos a talentosa cantora Elisa Duwez. Criada no campo, Elisa sempre teve contato com a natureza e animais e até hoje os adora. Ainda na infância aprendeu suas primeiras canções através do rádio o que a inspirou a escrever poemas e histórias.
Na adolescência gostava de ir ao cinema, concertos, participar de festas com amigos e mais uma porção de coisas que os jovens gostam de fazer nessa fase da vida. Entretanto sua paixão pela musica sempre a acompanhou.
A cantora nos revela que queria seguir carreira artística desde criança, isto permaneceu em sua cabeça. Já fazia seus primeiros ensaios na escrita de poemas, então decidiu estudar musica. Contudo era uma cidade pequena de difícil acesso às gravadoras. “Era como um sonho, um monte de gente e minha família achavam que eu estava apenas sonhado, mas eu sempre disse: ‘eu serei cantora’”.
Seu principal instrumento é claro, sua belíssima voz. Aos 17 anos começou a fazer alguns trabalhos eventuais para obter recursos e pagar aulas de canto, de musica e escrita musical. Teve que bancar tudo desde cedo e não se arrepende disso.
Entre seus gostos musicais estão o blues, jazz e rock. Os artistas que a inspira são: Jim Morrison (pela poesia); Nina Simone (pela interpretação); Bom Jovi; George Michael (pela sensibilidade); Bono (U2); Edith Piaf (pela interpretação e voz); e Elton John que na opinião da cantora é um artista completo.
Uma de suas primeiras apresentações foi em Los Angeles em um piano bar cantando jazz. As pessoas presentes adoraram o vocal e interpretação porque era diferente do estilo americano. “Gostaram muito do show principalmente quando cantei ‘La Vie em Rose’”.
Para Elisa a experiência foi uma mistura de algo emocionante e assustador. A cantora ressalta que estava cantando em inglês e não se sentia bem segura quanto a pronuncia. Todavia, as pessoas em Los Angeles foram bastante amáveis e aplaudiram-na muito. “Senti-me mais à vontade cantando para estrangeiros que na França”.
De acordo com a cantora, sua inspiração para escrever vem do dia-a-dia, das coisas que acontecem ao redor, com ela, com amigos e gosta muito de escrever sobre amor. “O amor é sempre uma boa fonte de inspiração”, acrescenta.
Além de apresentações, Elisa tem diversas colaborações musicais com DJ’s da Itália, Espanha, México, França e Inglaterra. Também algumas composições em parceria. Frequentemente se apresenta com a banda ‘The Jazz Band Standards’ e faz algumas apresentações ao vivo com bandas de blues.
Sobre suas musicas Elisa diz que as têm como bebês, “Eu amo todas minhas músicas”. A cantora tem participado de várias colaborações musicais com outros artistas, compositores e DJ’s, a maioria deles na Itália. Entre eles estão: Riccardo Sada, Beethoven tbs , Peter Kharma, Mario Piu, E Duque, Maiax e Fidel Deejay.
Elisa tem trabalhos com a Sony Music, Warner Chapell e colaborações com a Media Records Italy. Além disso, tem trabalhos com outros selos da Espanha, França e México. Seu mais recente trabalho é a canção This Is Not a Love Song, uma colaboração com DJs italianos pela gravadora Royal Supreme. Atualmente trabalha nas canções para seu álbum que será lançado em 2017.
Quando perguntado a cantora a razão de trabalhar com musica ela respondeu: “Isto não é um trabalho, é uma paixão”. “A musica significa muito para mim, ela me ajuda a superar qualquer tristeza”, enfatiza. Elisa deixa um importante recado para os artistas do meio musical: “Gostaria apenas de dizer para as pessoas que fazem musica, que façam isso por paixão e amor a musica”. Para saber mais sobre o trabalho de Elisa visite seus canais na web em: Elisa Duwez Official Website, ReverbNation, Beatport, Fan Page, YouTube e Twitter.
por Zel Florizel
Leia também:
Ainda Estou Aqui – O Brasil nos Olhos do Mundo
Virtual Puzzle di Raffaella Piccirillo - Unforgettable Musical Travel
3 de setembro de 2016
Elena Maro Music Journey
A Itália
sempre foi berço de grandes interpretes e a nova safra de cantores e cantoras reafirma
ainda mais essa posição. Entre elas destaca-se Elena Maro. Elena nasceu em
Turim um grande centro econômico e famosa cidade que no século XIX chegou a ser
capital do país.
Nem bem abriu
os olhos, a recém-nascida Elena foi encantada pela arte. “De acordo com
minha mãe, era tarde da noite e o médico de plantão estava tocando seu violão e
cantando, essa foi a primeira coisa que eu ouvi quando nasci”. Por esse motivo
a musica sempre foi essencial em sua vida, acrescenta.
A cantora
recorda que aos três anos de idade passava o dia dançando em volta da casa ou
cantando alto sentada em um degrau da escada. “Tinha uma acústica perfeita
lá”. Sua barulheira levavam seus pais e seu adorado irmão mais velho a
loucura, nessa época Elena já se espelhava nas grandes estrelas. “Eu sempre
sonhei com a América, eu queria ser uma daquelas famosas cantoras e
compositoras americanas, era tão encantada com aquilo”. Uma das cantoras
prediletas de Elena é Carole King, em homenagem à cantora, batizou seu
violão folk com o nome de Carole.
De acordo com
a cantora, ela nunca decidiu sobre ser uma artista, do mesmo modo que nunca
decidiu sobre respirar. A musica para ela sempre foi um instinto natural. “Surgiu
como um caminho que eu estava simplesmente destinada a seguir, onde eu poderia
ser eu mesma, me sentir feliz, completa e apaixonada pelo Universo”, ressalta.
A partir dos quinze anos
Elena passa a ver a musica com mais responsabilidade, começa a estudar canto,
piano e composição. O contato como estudo de musica e seu desenvolvimento na
arte, mostrou que aquilo não era um sonho passageiro de criança, aquilo era
real e para a vida inteira.
Perguntado a cantora
sobre as dificuldades na carreira, Elena nos revela que há poucos anos passou por
provas difíceis. E que, combinar seu trabalho como professora durante o dia e a
carreira de cantora e compositora, também não foi tarefa fácil.
Além das aulas, Elena esteve
trabalhando pouco em suas musicas – na criação e produção. Esteve também
trabalhando em dramaturgia; como atriz; em designer de som para produções
teatrais e reformando a casa que tinha comprado. “Não tive tempo para
passeios”, desabafa.
Cansada e frustrada por
não ter muito tempo para se dedicar à sua arte, Elena toma uma decisão
drástica, porém acertada. No começo 2016 vendeu a casa, deixou as aulas por um
tempo e candidatou-se em um programa para músicos no Musicians Institute em Hollywood e foi aceita em
Maio. O programa começará em Outubro com duração de seis meses e a cantora já
está arrumando as malas. “Vou perseguir meus sonhos, quero ter minhas
musicas gravadas para grandes produções em Hollywood, conhecer pessoas, sei que
é um grande sonho, mas, se eu não acreditar que posso quem acreditará?”
Com
o aceite da instituição, Elena iniciou uma campanha na web intitulada The
Journey, contado a história de mulheres que não têm medo de fazer suas
próprias escolhas e buscar aquilo que as satisfaçam. A cantora dedica uma parte
de seu tempo para conhecer mulheres, que como ela, estão nessa mesma luta e
nunca desistiram de seus sonhos.
Elena
convida as mulheres a participar da campanha e contar suas lutas. “Mulheres
que têm lutado com garra e determinação, acreditam na beleza da vida e que
sonhos podem se tornar real estão convidadas a participar do projeto”
enfatiza. Para conhecer o projeto e entrar em contato com a cantora basta
acessar seu site: Elena Maro Official Website.
Os
principais instrumentos da artista são: violão e piano. Através dos quais a
cantora compõe, cria seus arranjos e grava suas canções. Além da criação e do
vocal, Elena é quem faz toda a produção musical. Sobre os gêneros musicais
preferidos diz: “Eu adoro todos os gêneros musicais, desde que seja musica
boa e feita de coração”.
Os
artistas que a inspira são: Grant-Lee Phillips, Sam Phillips, Jewel e
Jennifer Page. Além desses, apreciam muito o som da banda Novo Amor, uma
banda criada por um músico e o designer musical da cidade de Wales e
Ennio Morricone, compositor de musicas para o cinema.
Elena
começou a compor aos vinte anos, se sentia realizada profissionalmente e conduzia
um show cantando pela Europa e mostrando suas canções. Contudo, faltava alguma
coisa. Como dançarina que foi, estava acostumada a ouvir as mensagens que seu
corpo enviava. E uma dessas mensagens foi escolher um instrumento e colocar
para fora as melodias que só conseguia ouvir dentro de si. Então, comprou um
violão e começou a tocar pó conta própria, sem buscar métodos. “Foi como mágica,
algo concebido exatamente para ser”, ressalta.
Sua
inspiração pra compor vem das coisas da vida, de histórias e de pessoas que tem
conhecido ao longo da vida. “Eu acredito que boas musicas vêm de corações sensíveis,
de pessoas que não têm medo de encarar a dor e histórias tristes”. Elena é
autora de uma letra de musica criada para a campanha mundial de combate ao
trabalho infantil do ILO, instituição ligada à ONU. Nesse sentido há algo
chegando em seu novo projeto. Porém, ela ainda não pode revelar.
Para
Elena, as composições chegam subitamente quando está fazendo qualquer outra
coisa que não seja relacionada a musica. Então, pega seu violão ou senta ao
piano e deixa a arte fluir. “É como se alguém estivesse me guiando, a
melodia e a letra (história), frequentemente surgem juntas”. Se não está em
casa, utiliza o celular para gravar as ideias iniciais de melodia e harmonia. “As
vezes as musicas surgem também em meus sonhos, é por isso que mantenho meu
celular no criado mudo, bem ao lado da cama”, acrescenta.
Quando
está compondo uma trilha para jogos, vídeos, comerciais, ou escrevendo com base
em alguma história, a compositora procura se envolver a fundo com o assunto,
submergir no tema. “Algo como os atores fazem, de acordo com o método de Stanislavski”,
completa. A partir daí, começa a organizar e escolher os sons, ou criar novos. “Eu
gosto de criar meu próprio banco de sons de coisas incomuns”, revela. Se a
musica é para fins comerciais, a compositora foca nos princípios do marketing
emocional. Porém, jamais deixando de fora sua criatividade e inspiração ao
criar algo que o cliente pediu.
Uma
de suas autorias preferidas é a musica Everything Flows, canção
que escreveu inspirada na perda de uma pessoa próxima e querida. “Ela veio
como uma melodia de cura, para me lembrar de que nada na vida é para sempre e
que as coisas mudam, mas isso tem um lado bom, porque todas essas mudanças te
levam a nunca desistir das coisas que podem mudar para algo positivo, de forma
surpreendente e em curto tempo, se você apenas acreditar”. Para Elena,
musica é o amor da sua vida, o que a mantém de pé, respirando e sendo feliz.
Perguntado
sobre o que a deixa chateada, Elena responde que decidiu desistir dos
sentimentos negativos, agora está concentrada em ser feliz. “A musica me faz
feliz é claro, e também o apoio dos amigos músicos”. “Eu amo a natureza,
caminhar e ouvir o som do vento acariciando as filhas, isto me faz entrar em êxtase”,
ressalta. Para saber mais sobre o trabalho da cantora acesse seus canais na
web: Elena Maro Official Website, ReverbNation, Twitter, Facebook, Fan Page, YouTube, Instagram e SoundCloud.
por ZelFlorizel
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